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Archive for Novembro 2014

Segundo é possível apurar da história da humanidade, a arte do fabrico de queijo deverá ter tido o seu início num passado muito longínquo, pelo menos há mais de 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período da história conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo deverá ter sido descoberto por um dos filhos do Deus Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia. Egípcios, romanos e gregos, foram povos que desenvolveram o fabrico e consumo de queijo, tendo-se tornado uma importante iguaria nas mesas dos nobres e nos grandes banquetes imperiais. É na Idade Média que o queijo começa a ser fabricado sob rígidas regras de higiene muito por imposição de certas ordens religiosas que ganharam reputação pela reputação dos seus queijos. O advento das feiras e dos mercados nos séculos XIV e XV as regiões produtores de queijos começaram a ser mais conhecidas e os seus produtos mais divulgados o que levou a uma maior disseminação do consumo. No século XIX dá-se o grande “boom” no consumo do queijo, tendo a sua produção deixado de ser artesanal passando a ser industrial. É por essa altura que surge um facto que veio mudar completamente o fabrico e consumo de queijo: a pasteurização. A evolução que o queijo teve ao longo dos anos mais recentes é bem conhecida, tornando-se um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. O consumo milenar do queijo mantém-se importante nos dias de hoje existindo uma oferta muito diversificada face às exigências cada vez mais sofisticadas dos consumidores.

Simples e natural
De manhã ao pequeno almoço, à noite ao jantar ou na ceia, à tarde no almoço ou ao lanche, em casa, no restaurante, no trabalho, na escola, no supermercado, na pastelaria, fresco ou curado, simples ou acompanhado por doces, frutos secos ou ervas, nas saladas, nas sandes, tostas ou em sopas, como prato principal ou como ingrediente na confecção de refeições, com ou sem sal, magro ou gordo, eis a multiplicidade de variáveis no consumo de algo tão simples e tão natural: o queijo. Nos dias que correm, as exigências dos consumidores não se limitam ao suprimento das necessidades básicas em termos alimentares. Os consumidores de hoje elegem como uma das suas mais importantes preocupações a protecção da sua saúde. O queijo de hoje não deve apenas satisfazer os hábitos alimentares mas deve procurar cumprir com exigências de higiene e segurança alimentar e, sobretudo, com o bom equilíbrio nutricional que os alimentos podem proporcionar. O queijo assume assim um importante protagonismo na moderna alimentação que se quer cada vez mais saudável. Nunca um alimento tão antigo teve tanta importância na boa alimentação que se quer hoje.

QUEIJO SERRA DA ESTRELA
Nascido num complexo socio-económico de características específicas e muito particulares, como é a Serra da Estrela, o Queijo Serra da Estrela é o resultado de muitos esforços de geração e constitui o produto nobre da pastorícia da região. Ele é, sem dúvida, cartão de visita da Beira Interior, fazendo parte da nossa cultura e da nossa história. O Queijo Serra da Estrela é o mais antigo dos queijos portugueses, sendo um dos nossos mais dignos embaixadores, merecendo lugar de destaque entre os melhores queijos do mundo. Rendam-se-lhe todas as homenagens na companhia de honroso néctar. Do mais notável dos nossos queijos existem referências que remontam à ocupação romana. Columela, oficial do exército romano, descreve o seu fabrico naquele que é considerado o primeiro Tratado de Agricultura. Em 1287, D. Dinis criou o primeiro mercado de queijo de Celorico da Beira. Na Idade Média, Gil Vicente refere-se desta forma ao presente da Vila de Seia à Rainha D. Catarina, esposa de D. João III: “Mandaraa a vila de Sea quinhentos queyjos recentes todos feytos aa candea”. Os primeiros trabalhos de investigação sobre este queijo iniciaram-se nos finais do século XIX, com Ferreira Lapa, Wenceslau da Silva, Hoffmann, Butner, Larchner, Marçal e outros.
Trata-se de um queijo produzido, na área geográfica da Beira Interior, nos concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Seia e algumas freguesias dos concelho da Covilhã, Guarda e Trancoso, a partir do leite cru das ovelhas da raça Bordaleira Serra da Estrela. As ovelhas alimentam-se da rica e variada vegetação natural existente nesta região, produzindo um leite de excepcional qualidade a partir do qual a sabedoria das gentes serranas soube criar um queijo inigualável, de paladar suave e requintado.
O rigor do Inverno que embeleza de branco as encostas da Serra da Estrela convida a um passeio que permita reviver as tradições pastoris, conhecer o património dos povos que habitam estas pastagens, como em Moreira de Rei, Corga de Matança, Vila Ruiva e na aldeia histórica de Linhares da Beira e, também, admirar as suas maravilhosas paisagens no Folgosinho, em Alvoco da Serra, nas Penhas Douradas…

COMO SE CARACTERIZA O QUEIJO SERRA DA ESTRELA?
O Queijo Serra da Estrela produz-se a partir de leite cru estreme de ovelha da raça Bordaleira Serra da Estrela e o seu fabrico é artesanal. A ordenha é manual e ao leite, depois de aquecido em banho-maria a uma temperatura próxima dos 28ºC, é adicionada uma infusão de cardo (Cynara cardunculus, L.). o processo de coagulação demora cerca de 60 minutos e a coalha sofre um esgotamento lento, sendo colocada num cincho, apertada com as mãos e mantida sob pressão até ao esgotamento total do soro. A sua maturação é feita em ambiente a rondar os 90% de humidade relativa e com temperatura oscilando entre 6ºC e 12ºC. Durante este processo de maturação o queijo é lavado e virado com frequência, de modo a que a sua crosta se mantenha lisa e limpa. Após um período de cerca de 40 dias, o queijo está pronto a ser consumido. De pasta semimole, amanteigada, de cor branca ou ligeiramente amarelada, com poucos ou nenhuns olhos, é um queijo curado, com forma de cilindro baixo, regular, com abaulamento lateral e um pouco na face superior, sem que os bordos estejam bem definidos. Os diâmetro varia entre 15 cm e 20 cm, a altura em 4 cm e 6 cm e o seu peso oscila entre 1 Kg e 1,7 Kg. No que se refere ao aroma e sabor possui um “bouquet” suave, limpo e ligeiramente acidulado. Muito conhecido e saboroso, o requeijão é obtido a partir do soro que escoa da francela durante a laboração do queijo. Este soro é aquecido até à ebulição deixando-se depois arrefecer à temperatura ambiente. Obtém-se um preparado líquido com pequenos flocos brancos dispersos que era tradicionalmente distribuído por pequenos cestos de verga fina de castanheiro, hoje substituídos por material higienizável, donde escorre o líquido denominado “sorelho” ou “rescaldão”, uma vez escorrido, a massa branca e espessa que resta constitui o requeijão. Ao seu sabor fresco juntam-se propriedades terapêuticas derivadas do seu alto valor nutritivo, sendo símbolo, por excelência, de uma alimentação saudável.
Poderá, ainda, experimentar o seu excelente sabor acompanhado de mel ou doce de abóbora.
Para além do conhecido Queijo Serra da Estrela, é possível encontrar na Beira Interior o:
Queijo de Castelo Branco;
Queijo Amarelo da Beira Baixa;
Queijo Picante da Beira Baixa.
Queijos da Beira Baixa Full View

A origem da oliveira, árvore de aspecto modesto, perde-se na noite dos tempos. No entanto, parece que, na sua forma selvagem, terá surgido na Antiga Grécia e na Ásia Menor, após a Segunda era glaciar.
Cultura milenar dos povos da bacia mediterrânea, a oliveira constitui actividade importante para a economia rural e para o equilíbrio ecológico dessas regiões.
Do seu fruto, a azeitona, obtém-se um néctar que a civilização grega louvou, dizendo que aquecia a alma dos deuses: o azeite.
Símbolo de sabedoria para os gregos, outro líquido para os fenícios, emblema de paz para os judeus, unção sagrada para os cristãos, o azeite, cujo vocábulo provém do árabe “az-zait”, que significa sumo de azeitona, concentra o sabor o saber, a cultura e o gosto, a alma e o corpo de civilizações.
O azeite conquista hoje o Norte da Europa, Estados Unidos da América, Austrália, Japão e Canadá, granjeando apreciadores que descobriram as suas características químicas, biológicas e organolépticas e as suas propriedades preventivas e terapêuticas.
É uma gordura essencialmente monoinsaturada, rica em vitamina E e outros antioxidantes naturais, veículo de outras vitaminas lipossolúveis (A,D,K), com uma composição em ácidos gordos que se aproxima da do leite materno, permitindo que, esses mesmos ácidos, sejam, adequadamente, fornecidos ao nosso organismo.
Nos povos do Sul da Europa, considera-se que o azeite é corresponsável pela baixa incidência de acidentes cardiovasculares.
O cheiro e o sabor do azeite têm uma importância fundamental nas características sápicas da cozinha mediterrânea.
Ingrediente base da cozinha tradicional portuguesa, valoriza o sabor dos produtos, ligando-os entre si, respeitando-os e tornando-os mais ricos. Pode ser utilizado em cru ou cozinhado, assim nas Saladas, no Caldo Verde, no Bacalhau à Lagareiro, numa caldeirada, nas Cavacas, nos Biscoitos, nas Filhós, em tantos e tantos manjares, o azeite é a chave do sucesso…
Sendo muito resistente a altas temperaturas e não penetrando nos alimentos como acontece com outras gorduras, é mais apropriado para a fritura.
Em toda a região da Beira Interior se vêem olivais formado coroas esverdeadas prateadas, tal como aquelas que, segundo a mitologia, ornavam as cabeças dos deuses vitoriosos.
E, até, em socalcos, laboriosamente construídos nas encostas de alguns dos nossos rios, pode ver-se uma paisagem deslumbrante que nos mostra a tenacidade do homem.
Na Beira Interior o azeite faz parte da sua matriz cultural, sendo uma das fontes de rendimento das nossas gentes.
Compreende-se, deste modo, o esmero e o labor dedicados a essa actividade, pois o lagar de azeite ocupou sempre um lugar central na representação simbólica e na economia comunitária.
A singularidade e a excepcional qualidade dos Azeites da Beira Interior distingue-os entre os melhores azeites do mundo.
O Azeite da Beira Baixa tem coloração amarela clara levemente esverdeada e amarela clara, com aroma “sui generis” e sabor a fruto. É obtido, sobretudo, a partir da azeitona da variedade Galega, mas também da Bical e Cordovil, produzindo-se nos concelhos de Sabugal, Covilhã, Belmonte, Fundão, Penamacor, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Oleiros, Sertã, Vila de Rei e Mação.
Azeite da Beira Baixa Full View


A Beira Baixa é uma antiga província (ou região natural) portuguesa, originalmente criada no século XIX, a partir de parte do território da anterior Província da Beira. Nessa altura, a Beira Baixa abrangia o que é hoje denominado por Beira Interior Sul,Cova da Beira e parcialmente o Pinhal Interior Sul e Norte,englobando grande parte do Castelo Branco. Na reforma administrativa havida de 1936 foi novamente criada uma divisão chamada Província da Beira Baixa Esta nova província abrangia agora só a parte interior sul da antiga Província da Beira, ou seja, aproximadamente o actual Distrito de Castelo Branco. No entanto, as províncias de 1936 praticamente nunca tiveram qualquer atribuição prática, e desapareceram do vocabulário administrativo (ainda que não do vocabulário quotidiano dos portugueses) com a entrada em vigor da Constituição de 1976.
Fazia fronteira a Norte com a Beira Alta, a Noroeste com a Beira Litoral, a Sudoeste com o Ribatejo, a Sul com o Alto Alentejo e com a Espanha (província de Cáceres, na Estremadura) e a Leste com a Espanha (província de Cáceres), na Estremadura.
Era então constituída por 13 concelhos, integrando a totalidade do distrito de Castelo Branco e ainda um concelho do distrito de Coimbra e outro do de Santarém, respectivamente. Tinha a sua sede na cidade de Castelo Branco.
Distrito de Castelo Branco: Belmonte, Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei, Vila Velha de Ródão.
Distrito de Coimbra: Pampilhosa da Serra.
Distrito de Santarém: Mação.
Para alguns geógrafos, esta província, em conjunto com a Beira Transmontana, formava uma unidade geográfica maior: a Beira Interior.
Actualmente, o seu território acha-se situado na região estatística do centro, dividindo-se pelas sub-regiões da Beira Interior Sul, Cova da Beira e Pinhal Interior Sul (com as quais coincide plenamente), e ainda pelo Pinhal Interior Norte (por abarcar no seu território o concelho da Pampilhosa da Serra).

Beira Baixa - Portugal Full View

Biscoitos de Azeite

INGREDIENTES:

8 ovos ;
250 g de açúcar ;
250 ml de azeite ;
1,100 kg de farinha (aprox.) ;
1 colher de sobremesa de canela ;
açúcar e canela para polvilhar ;
1 ovo para dourar


MODO DE PREPARO

Tomam-se 5 ovos inteiros e mais 3 gemas e batem-se com o açúcar e 1 colher de sobremesa de canela.
Junta-se em seguida o azeite, continua a bater-se e adiciona-se finalmente a farinha, batendo sempre. A farinha que se junta é a necessária para se obter uma massa que possa ser tendida.
Formam-se então com a ajuda de farinha biscoitos em forme de SSS, que se pincelam com ovo batido e se polvilham com açúcar e canela.
Estes biscoitos, que devem ficar bem gordos (não achatados), levam-se a cozer em tabuleiros em forno bem quente durante cerca de 20 minutos.
Biscoitos de Azeite Full View

Cabrito assado no forno
10 Pessoas

INGREDIENTES
3 kg Batatas pequenas
Azeite
q.b. Sal
q.b. folha de louro
Pimenta
12 dentes alho
Vinho branco
12 cebolas grandes
1 cabrito com cerca de 5 kg
1 kg Arroz
1 cerveja
Colorau q.b.

MODO DE PREPARO

Corta-se o cabrito em pedaços pequenos e lava-se. Depois de lavado e escorrido tempera-se com vinho, alho, pimenta, louro, sal e azeite. Deixa-se marinar para o dia seguinte. Numa assadeira colocam-se cebolas às rodelas, por cima os bocados do cabrito e rega-se com a marinada. Tapa-se a assadeira com papel de alumínio e leva-se ao forno médio a assar cerca de duas horas. Meia hora antes de servir, retira-se a prata e deixa-se alourar, aumentando o calor do forno. Entretanto, para acompanhamento, prepara-se um arroz branco e batatas assadas. Descascam-se as batatas e prepara-se uma assadeira com uma camada de cebola, alho, louro, azeite, sal, colorau e cerveja. Colocam-se as batatas, mistura-se tudo e leva-se ao forno também tapado com papel de alumínio. Para o arroz coloca-se num tacho azeite, uma cebola e um dente de alho muito picadinhos. Deixa-se estalar a cebola e junta-se o arroz. Mexe-se bem e deixa-se fritar um pouco. Acrescentam-se 2 litros de água a ferver, tempera-se e tapa-se para ir ao forno a cozer, cerca de 15 minutos. Vai à mesa em travessa, onde o cabrito é acompanhado pelas batatas assadas e decorado com esparregado de grelos e rodelas de laranja. O arroz é servido à parte.
Cabrito assado no forno Full View

INGREDIENTES

4 trutas
200 ml de vinagre
200 ml de  azeite
2 dentes de  alho
8 grãos de pimenta em grão
1 maço de salsa picadinha
2 folhas de louro
sal
noz-moscada

MODO DE PREPARO

Leve ao fogo baixo o azeite, o vinagre, o louro partido, a salsa, o sal, a noz-moscada ralada e os alhos cortados ao meio. Deixe ferver e reserve.

Prepare as trutas
Introduza na mistura reservadar logo que esta ferva e deixam-se cozer. Tiram-se as trutas para um recipiente fundo e, depois de frias, cobrem-se com a marinada em que cozeram, também fria. As trutas abafadas servem-se acompanhadas com batatas cozidas, mas só depois de terem estado 24 horas na marinada.
Trutas Abafadas Full View

INGREDIENTES

Lombo
1 kg de lombo de porco
1 colher das de sopa de chá de sal
2 colheres das de sopa de suco de limão
1 colher das de sopa de maionese

Molho
5 fatia médias de abacaxi
8 morangos grandes fatiados
1 fatia média de abacaxi picado
5 colheres das de sopa de água
1/2 pimenta pequena dedo-de-moça sem semente
1/2 xícara das de chá de maionese

Para untar: óleo

Para cobrir: papel alumínio


MODO DE PREPARO

Lombo
Pré-aqueça o forno em temperatura média (180ºc). Unte uma assadeira retangular média ( 33 x 23 cm). Reserve. Em uma tigela média, coloque a carne e tempere com o sal, a pimenta e o suco de limão. Reserve. Besunte com a maionese a carne reservada, coloque na assadeira reservada e cubra com papel alumínio. Leve ao forno por 50 minutos ou até que a carne fique macia. Retire o papel e deixe por mais 10 minutos ou até dourar. Reserve.

Molho
Em uma panela média, coloque os morangos, o abacaxi, a água e a pimenta. Cozinhe em fogo médio por 5 minutos ou até obter uma mistura cremosa. Retire do fogo e reserve até amornar. Coloque no liquidificador a mistura reservada e bata até obter um molho homogêneo. Retire do liquidificador, coloque em uma tigela e misture a maionese até obter um molho cremoso. Reserve. Fatie a carne sem separar as partes e coloque a cada duas fatias uma fatia de abacaxi. Cubra com o molho reservado e sirva em seguida.

Dicas: - Se preferir junte ao molho 2 colheres das de sopa de pimentão vermelho picado.
Lombo com molho de frutas e pimenta Full View

INGREDIENTES

Brownie:
300 g de chocolate meio-amargo
2 e 1/4 de xícara das de chá de manteiga
5 ovos
2 xícaras das de chá de açúcar
1 e 1/4 de xícara das de chá de farinha de trigo
2 colheres das de sopa de cacau em pó
1 colher das de chá de essência de baunilha
1 colher das de café de fermento em pó
1/4 de xícara das de chá de nozes trituradas.

Calda:
350 g de chocolate meio-amargo
1 xícara das de chá mais 1 colher das de sopa de açúcar
3/4 de xícara das de chá de água.

Decoração:
2 bandejas de morangos cortados em 4 (de comprido)
1 e 3/4 xícaras das de chá de açúcar
10 bolas de sorvete de creme


MODO DE PREPARO

Pique finamente o chocolate meio-amargo e reserve 50 g Ponha o restante em uma tigela e acrescente a manteiga. Leve para derreter em banho-maria. Bata levemente os ovos e junte o açúcar. Misture e reserve. Peneire a farinha juntamente com o cacau em pó e reserve. Assim que o chocolate e a manteiga estiverem bem derretidos, retire do banho-maria e acrescente a mistura de ovos e açúcar. Adicione a baunilha e misture novamente. Acrescente a mistura de farinha e cacau e mexa sem bater em excesso. Ponha o fermento, as nozes e o chocolate reservado. Misture novamente e despeje em uma assadeira untada com margarina ou manteiga e polvilhada com farinha de trigo. Leve ao forno médio preaquecido por 25 minutos. Retire do forno e deixe esfriar. Corte em quadrados.

Calda
Leve o chocolate em pedaços para derreter em banho-maria. Acrescente o açúcar e a água e misture até formar uma calda. Montagem: misture os morangos com o açúcar. Ponha o brownie no centro do prato e regue-o com a calda de chocolate. Arrume os morangos e o sorvete por cima e sirva imediatamente.
Brownie com morango e sorvete de creme Full View

INGREDIENTES:

1 xícara das de chá de arroz
1 xícara das de chá de suco de maracujá concentrado
4 e 1/2 xícaras das de chá de água
3 cravos
1 pau de canela
1 lata de leite condensado
1/2 lata de creme de leite sem soro

Calda:
1 xícara das de chá de água
polpa de 2 maracujás
1 xícara das de chá de açúcar


MODO DE PREPARO

Lave o arroz. Em uma panela ponha o suco de maracujá, a água, os cravos e a canela. Leve ao fogo e deixe ferver. Acrescente o arroz e cozinhe no fogo brando até que ele fique bem macio. Junte o leite condensado e cozinhe por mais cinco ou seis minutos. Desligue o fogo e em seguida misture o creme de leite. Deixe esfriar um pouco e distribua em taças.

Calda
Em uma panela misture a água, a polpa do maracujá, o açúcar e mexa bem. Leve ao fogo e deixe engrossar no fogo brando, sem mexer. Deixe esfriar e sirva sobre o arroz-doce.

Dica: Sirva o arroz-doce quente ou frio.
Arroz doce com maracujá Full View

INGREDIENTES

Almôndegas
1 e 1/2 kg de carne moida
2 fatias de pão amanhecido, embebido e espremido
1 colher das de chá de pimenta preta moída na hora
1/2 maço de salsa picada
2 colheres das de sopa de azeite extra virgem
1 dente de alho esmagado
1/2 colher das de chá de sal
2 colheres das de sopa de leite
1 colher das de chá de tomilho
1 ovo

Outros ingredientes
1/2 xícara das de chá de azeite extra virgem
5 batatas descascadas e cortadas em rodelas não muito grossas
1 colher das de chá de pimenta preta
1 colher das de chá de sal
6 ou 7 pimentas Cubanelle cortadas e sem sementes
3 tomates descascados e picados
1 xícara das de chá de água fervente

MODO DE PREPARO

Almôndegas
Em um refratário coloque a carne e vá adicionando os outros ingredientes e misturando muito bem. Forme as bolinhas e leve à geladeira por uma noite.

Montagem
Em uma assadeira coloque o azeite, e as batatas. Polvilhe com sal e pimenta. Junte as pimentas cortadas e coloque-o no interior das batatas. Acrescente os tomates e por último coloque as almôndegas, regue com 1 xícara de água, cubra com papel alumínio e leve para assar em forno quente (250 °C), até que as batatas fiquem macias.
fırında köfte ve patates Full View

De todos os kebabs estes são os preferidos pelos afegãos e são os mais conhecidos. Os espetos são tradicionalmente cozidos sobre fogo de carvão. Use uma churrasqueira, se tiver. Caso contrário, um forno elétrico ou a gás grill é satisfatório, embora, o sabor não será o mesmo. O cordeiro é enfiado no espeto kebab (sikh). Se você estiver usando uma grade comum, equilíbre os espetos na borda de uma forma de modo que todos os espetos soltem os sucos da carne dentro da bandeja.
kebabs Sikh são sempre servidos com algum tipo de pão, normalmente chapati ou lawausha e sementes de uva e pimenta são polvilhados para acentuar o sabor.

INGREDIENTES

3 colheres das  de sopa suco de limão
4 dentes de alho descascados e triturados
1/2 xícara das de chá de iogurte natural (opcional)
Sal e pimenta preta ou vermelha
1 colher das de chá de sementes de coentro moído (opcional)
2 kg de  cordeiro desossado, cortada em cubos
2 colheres das de sopa de óleo vegetal ou  gordura de cordeiro (opcional)
2 pães tipo Lawausha ou chapati (ou naan)

Enfeites
Tomate
Cebola
Fatias de limão ou de lima

MODO DE PREPARO

Misture o suco de limão, iogurte, alho (se usado), sal, pimenta e coentro em uma tigela. Adicione o cordeiro e a gordura de cordeiro (se usado) ou óleo. Misture bem e deixe marinar coberto, na geladeira por várias horas ou durante a noite (por pelo menos 12 horas).
Pré-aqueça o grill. Passe a carne para os espetos. (Os cubos de carne deve ser alternado com a gordura, se utilizada). No grill, vá virando os espetor  por cerca de 15 a 20 minutos ou até dourar e cozinhar.
Coloque o lawausha ou chapati em um prato grande, retire os kebabs do espeto e coloque-os sobre o pão. Polvilhe com um pouco de sal e pimenta, decore com o tomate, cebola e limão, e dobrar o chapati ou lawausha mais para manter os kebabs quente. O lawausha extra ou chapati é cortado em pedaços e servidos separadamente. A salada mista é um bom acompanhamento. Serve 4 pessoas.
Kebab cordeiro afegão (Kebab sikh ou Kebab Tikka) Full View

INGREDIENTES

1 colher das de sopa de manteiga 
1 cebola, picada 
3 dentes de alho picados 
250 g de carne moída 
170 g de extrato de tomate 
1 litro de suco de tomate 
1 litro de água 
400 g de grão de bico, cozido e picado grosseiramente 
500 g de fettuccine 
1/2 colher das de chá de sal 
1/2 colher das de chá de pimenta-do-reino moída 
1 colher das de chá de mostarda em pó 
1 colher das de sopa de endro fresco 
1 colher das de sopa de coentro fresco picado ou a gosto 
1 colher das de chá de molho de pimenta ou ao gosto 
2 colheres das de chá de suco de limão siciliano ou ao gosto 

MODO DE PREPARO

Numa panela grande derreta a manteiga em fogo médio. Cozinhe a cebola na manteiga até que comece a amolecer, cerca de 10 minutos. Acrescente o alho e refogue por 1 minuto. Adicione a carne moída. Mexa a carne soltando os pedaços. Deixe-a cozinhar até ficar levemente corada e não mais rosada, 10 a 15 minutos no fogo. Acrescente o extrato de tomate, o suco de tomate, a água e o grão de bico. Misture tudo. Tempere a sopa com o sal, a pimenta, a mostarda, o endro, o coentro, o molho de pimenta e o suco de limão. Quando começar a ferver, abaixe o fogo e deixe a sopa cozinhar destampada durante 30 minutos. 
Aumente o fogo e novamente deixe a sopa ferver. Adicione o fettuccine. Abaixe o fogo e deixe o macarrão cozinhar até ficar macio, cerca de 10 minutos. Prove a sopa e coloque mais pimenta, sal e limão a gosto. Se a sopa ficar muito grossa, ponha um pouco de água.
Aush goshti (sopa afegã de carne com macarrão) Full View

Localização  Afeganistão
O Afeganistão (Persa/Pachto:افغانستان, Afġānistān), oficialmente República Islâmica do Afeganistão é um estado soberano sem litoral, localizado no centro da Ásia, fazendo parte do Sul da Ásia, Ásia Central e Ásia Ocidental. Povoado por cerca de 29 milhões de habitantes, tem uma área de 647 500 km², sendo o 40º país mais populoso do mundo e 40º maior do mundo. Faz fronteira com o Paquistão ao sul e ao leste, o Irã ao oeste, Turcomenistão, Uzbequistão e Tajiquistão ao norte e da China no nordeste. O território do Afeganistão foi um ponto essencial para a rota da seda e a migração humana. Arqueólogos encontraram evidências de presença humana desde o Paleolítico Médio (cerca de 50 000 aC).4 A civilização urbana pode ter começado entre 3000 e 2000 a.C.5

O país fica em uma localização geoestratégica importante que liga o Oriente Médio com a Ásia Central e o subcontinente indiano,6 foi a casa de vários povos através dos tempos.7 A terra tem testemunhado muitas campanhas militares desde a antiguidade, as mais notáveis feitas por Alexandre o Grande, Chandragupta Maurya, Gengis Khan, a União Soviética e a OTAN.4 5 Também foi local de origem de várias dinastias locais como os Greco-bactrianos, Kushanas, Safáridas, Gaznévidas, Gúridas, Timúridas, Mongols e muitos outros criaram seus próprios impérios.8

A história política moderna do Afeganistão começa em 1709 com a ascensão dos Pachtuns, quando a dinastia Hotaki foi criada em Candaar seguida por Ahmad Shah Durrani subindo ao poder em 1747.9 10 11 A capital do Afeganistão foi transferida em 1776 de Candaar para Cabul e parte do Império Afegão foi cedida aos impérios vizinhos em 1893. No final do século XIX, o Afeganistão tornou-se um Estado tampão no grande jogo entre os impérios britânicos e russos.12 Depois da Terceira Guerra Anglo-Afegã e a assinatura do Tratado de Rawalpindi em 1919, o país recuperou o controle de sua política externa com os britânicos.

Após a revolução marxista de 1978 e a invasão soviética em 1979, uma guerra de 9 anos teve lugar entre as forças rebeldes do Mujahidin apoiadas pelas forças armadas dos Estados Unidos e o governo pró-soviético do Afeganistão, em que mais de um milhão de afegãos perderam a vida, principalmente devido a minas terrestres.13 14 Isto foi seguido na década de 1990 com a Guerra Civil do Afeganistão e a ascensão e queda do governo extremista talibã e a Guerra do Afeganistão.15 Em dezembro de 2001 o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizou a criação da Força Internacional de Assistência para Segurança para ajudar a manter a segurança no Afeganistão e ajudar a administração do presidente Hamid Karzai.16

As décadas de guerra fizeram do Afeganistão o país mais perigoso do mundo,17 incluindo o título de maior produtor de refugiados e requerentes de asilo. Enquanto a comunidade internacional está reconstruindo o Afeganistão dilacerado pela guerra, grupos terroristas como a rede Haqqani e Hezbi Islami18 estão ativamente envolvidos em um insurgência talibã por todo o país, que inclui centenas de assassinatos e ataque suicidas.19 De acordo com a Organização das Nações Unidas, os insurgentes foram responsáveis por 75% das mortes de civis em 2010 e 80% em 2011.20 21

Etimologia
O nome Afeganistão (Persa:افغانستان, [avɣɒnestɒn])22 significa "Terra dos Afegãos",23 que se origina a partir do etnônimo "Afegão". Historicamente, o nome "Afegão" designa as pessoas pachtuns, o maior grupo étnico do Afeganistão.24 Este nome é mencionado na forma de Abgan no 3º século dC pelos Sassanianos25 e como Avagana (afghana) no 6º século dC pelo astrônomo indiano Varahimira.24 Um povo chamado de Afegãos é mencionado várias vezes no 10º século no livro de geografia Hudud al-'alam, principalmente quando faz-se referência a uma vila: "Saul, uma agradável vila nas montanhas. Onde vivem os Afegãos."26

Al-Biruni faz referência no século XI a várias tribos nas montanhas da fronteira ocidental do Rio Indo, conhecidas como Montanhas Sulaiman.27 Ibn Battuta, um famoso estudioso marroquino que visitou a região em 1333, escreve: "Nós viajamos para Cabul, antigamente uma grande cidade, o lugar agora é habitado por uma tribo de persas chamados afegãos. Eles vivem nas montanhas e desfiladeiros e possuem considerável força, e são muitas vezes salteadores. Sua principal montanha é chamada de Kuh Sulaiman."28


O nome "Afghaunistan" é escrito nesta litografia de 1847 por James Rattray.
Um importante estudioso persa do século XVI explica extensamente sobre os afegãos. Por exemplo, ele escreve:

Os homens de Cabul e Khilji voltaram para casa; e quando eles foram questionados sobre os Muçulmanos do Kohistão (as montanhas) e como estavam as coisas por lá, eles disseram, "Não chame de Kohistão, mas Afeganistão, pois não há nada lá além dos afegãos e os distúrbios." Assim, é evidente que, o povo do país chamam a sua casa no seu próprio idioma como Afeganistão, e se nomeavam Afegãos.29
—Firishta 1560-1620 dC
É amplamente aceito que os termos "Pachtum" e Afegão são sinônimos. Nos escritos do século XVII o poeta Pachto Khushal Khan Khattak é mencionado:

Puxe sua espada e mate qualquer um, que diz que Pachtum e Afegão não são um! Os Árabes sabem e assim fazem os Romanos: Afegãos são Pachtuns, Pachtuns são Afegãos!30
A última parte do nome, -istão é um sufixo persa para "lugar", proeminente em muitas línguas da região. O nome "Afeganistão" é descrito no século XVI pelo imperador mogol Babur em suas memórias e também pelo estudioso persa Firishta e os descendentes de Babur, referindo-se a tradicional étnica afegã (pachtum) territórios entre as montanhas de Indocuche e o Rio Indo.31 No início do século XIX, Políticos afegãos decidiram por adotar o nome Afeganistão para todo o Império Afegão após sua tradução para o inglês já havia aparecido em diversos tratados com o Império Qajar e a Índia Britânica.32 Em 1857, na análise de John William Kaye The Afghan Warm Friedrich Engels descreve o "Afeganistão" como:

[...]um extensivo país da Ásia[...] entre a Pérsia e as Índias, e na outra direção entre Indocuche e o Oceano Índico. Ele anteriormente incluía as províncias persas de Coração e Kohistão juntamente com Herat, Baluchistão, Caxemira, Sind e uma considerável parte da região de Punjabe[...] suas principais cidades são Cabul, a capital, Gázni, Peshawar e Candaar.33
O Reino do Afeganistão foi, por vezes referido como Reino de Kabul, como mencionado pelo estadista e historiador britânico Mountstuart Elphinstone.34 O Afeganistão foi oficialmente reconhecido como um estado soberano pela comunidade internacional após a assinatura do Tratado de Rawalpindi em 1919.35 36

História
O Império Islâmico e os califados durante sua maior extensão.
  Sob o profeta Maomé, 622-632
  Sob o Califado Patriarcal, 632-661
  Sob o Califado Omíada, 661-750

Desde a Antiguidade, a guerra é constante na região onde hoje fica o Afeganistão, local já ocupado no século VI a.C. pela civilização bactriana, formada por um povo que incorporava elementos das culturas hindu, grega e persa. Depois disso, o território foi atacado por sucessivos invasores.

O Afeganistão foi invadido e ocupado pela União Soviética em 1979. Mas, apesar da destruição maciça provocada na sustentação logística, lutas subsequentes entre as várias facções dos Mujahidin permitiram que os fundamentalistas do Talibã se apropriassem da maior parte do país. Em 1997, as forças talibãs mudaram o nome do país de Estado Islâmico do Afeganistão para Emirado Islâmico do Afeganistão.

Nos últimos dois anos o país sofre com a seca. Estas circunstâncias conduziram três a quatro milhões de afegãos a sofrerem de inanição.

Em resposta aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 em Nova Iorque e no Pentágono, cuja autoria foi reivindicada por Osama bin Laden, líder da Al Qaeda, reconhecido como herói pelos Talibãs, no dia 7 de outubro de 2001, os Estados Unidos e forças aliadas lançaram uma campanha militar, como parte de sua política antiterrorismo, caçando e prendendo suspeitos de atividades terroristas no Afeganistão e mandando-os para a base de Guantánamo, em Cuba.

Geografia
Um país em um enclave montanhoso, com planícies a norte e sudoeste, o Afeganistão é descrito como sendo localizado no sul da Ásia6 37 38 39 40 41 42 ou na Ásia Central43 . Faz parte do Grande Oriente Médio no mundo islâmico, e fica entre as latitudes 29 N e 39 N e longitudes 60 E e 75 E. O ponto mais alto do país é Noshaq com 7.492 metros acima do nível do mar.

Paisagens do Afeganistão
Apesar de ter numerosos rios e reservatórios, grande parte do país está seco. A bacia endorreica de Sistan é uma das regiões mais secas do mundo.44 Além da chuva habitual que cai no Afeganistão, o país recebe neve durante o inverno em Indocuche e nas Montanhas Pamir, e o derretimento dessa neve na primavera entra nos rios, lagos e riachos.45 46 No entando dois terços da água do país flui para os países vizinhos do Irã, Paquistão e Turcomenistão. O estado necessita de mais de 2 bilhões de dólares para reabilitar os sistemas de irrigação, de modo que a água é gerida corretamente.47

Ao nordeste da cordilheira de Indocuche e em torno da Província de Badakhshan existe uma área geologicamente ativa em que ocorrem fortes sismos quase todos os anos.48 Eles podem ser mortais e destrutivos, por vezes causando deslizamento de terra e no inverno avalanches.49 Os últimos fortes terremotos ocorreram em 1998, em Badakhshan perto do Tajiquistão, matando 6000 pessoas.50 Isto foi seguido pelos terremotos de 2002 em Indocuche, no qual mais de 150 pessoas morreram em vários países da região, e mais de 1000 ficaram feridos. O terremoto de 2010 deixou 11 afegãos mortos, mais de 70 feridos, e 2000 casas destruídas.

Os principais recursos naturais do país são: carvão mineral, cobre, minério de ferro, lítio, urânio, terra-rara, cromita, ouro, zinco, talco, barita, enxofre, chumbo, mármore, pedras preciosas e semi-preciosas, gás natural, petróleo, entre outras coisas.51 52 Em 2010 funcionários do Estados Unidos e Afeganistão estimaram que os depósitos minerais inexplorados localizados em 2007 pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos valem entre US$900 bilhões e US$3 trilhões.53 54 55

Tem 652 230 km2,56 sendo então o 41° maior país do mundo,57 pouco maior que a França e menor que Myanmar. Faz fronteira com o Paquistão no sul e no leste, o Irã a oeste, Turcomenistão, Uzbequistão e Tajiquistão no norte, e a República Popular da China no extremo oriente.

Demografia
Com a capital em Cabul e uma área de 647 500 km²; e 29 863 000 habitantes (46 hab/km²), o Afeganistão é um dos países mais pobres e inóspitos do mundo. A instabilidade política e os conflitos internos arruinaram a sua já débil economia e infra-estruturas a tal ponto que um terço da população afegã abandonou o país.

Segundo uma estimativa de 2006, a população cresce 2,67% ao ano. O índice de natalidade é de 46,6 a cada 1000 habitantes, enquanto o índice de mortalidade é 20,34 a cada 1000 habitantes. A taxa de mortalidade infantil é de 160,23 mortes a cada 1000 nascimentos. A expectativa de vida é de 43.34 anos.

Sobre o Afeganistão Full View

Cozinha afegã é uma rica mistura de diversas influências que fazem um sabor diferente e delicioso. Enquanto o lar de mais de 20 diferentes etnias, historicamente, o alimento afegão deve suas principais influências em três grandes grupos étnicos: os pashtuns, o tadjiques, e grupos de turcos, como os uzbeques e hazaras. Embora o alimento possa variar entre as regiões, as semelhanças existem. iogurte fresco, coentro, alho, cebola, cebolinha, tomate, batata e frutas são amplamente disponíveis em todas as partes. Frutas frescas e secas, formam uma parte importante da dieta do Afeganistão, especialmente nas zonas rurais.
O Afeganistão produz frutos de qualidade excepcionalmente elevada (nomeadamente melões, melancias, uvas, romãs, pêssegos, maçãs, pêras, amoras, figos, dióspiros, alperces, ameixas, e não só) que têm sido, tradicionalmente, as exportações do país, principal alimento. frutas de casca rija e sementes, como nozes, pistache, amêndoas, pinhões e são muito populares e abundantes. Excepcional variedades de laranjas, conhecido localmente como "malta", são cultivadas no clima quente da província de Nangarhar. Quanto á carne, disponível, de preferência de carneiro ou frango, é amplamente consumida. A cozinha afegã acentua gostos bem equilibradas e o alimento deve ser temperado, mas muitos não-afegãos ficam surpresos ao descobrir que não é nem quente nem picante.
Cozinha afegã Full View


o anoAno novo no Afeganistão, 
Nawroz, é celebrado no dia 21 de março. A festa de passagem de ano muçulmana tem como sede a cidade de Mazar-e-Sharif. Durante as celebrações, homens fortes devem levantar uma bandeira islâmica bem grande para anunciar a chegada do novo ano.

Como eles sabem que o ano será bom? Se a bandeira for levantada com um movimento “suave”, com facilidade.
A vida no Afeganistão
O Afeganistão fica localizado em uma zona de movimentos migratórios, por isso sua história é marcada de miscigenação.

Gastronomia
O quaabuli (um mexido de arroz, cenoura e uvas passas) e o maahicha, (qaabuli acompanhado de carne de carneiro) são pratos típicos da culinária afegã. Uma característica curiosa da cozinha local é que o iogurte é usado como molho para carnes em vários pratos, como mantu e o aashak.
Curiosidades do Afeganistão Full View

As refeições afegãs são tradicionalmente consumidas sentado no chão. Grandes almofadas coloridas, chamadas "toshak", estão espalhados em tapetes e um pano grande ou thinmat (disterkhan) repousa sobre o chão. O alimento pode ser servido no exterior ou sob uma árvore num dia de verão.

No inverno, o "sandali", uma mesa baixa coberta com um edredon grande (Liaf), tradicionalmente usado para aquecer os pés, é muitas vezes o centro de uma refeição. Um braseiro de carvão (manqal), que tem de ser completamente queimado com antecedência e coberto de cinzas, está situado por baixo da mesa quando se utiliza um sandali. Tradicionalmente, os alimentos são comidos com a mão direita, sem talheres. Antes da refeição, os comensais são fornecidos com um "Lagan wa aftabah" (geralmente por um membro da família mais novos), uma bacia de cobre e maconha elaborados cheios de água, para os comensais a lavar as mãos dentro Após os preparativos são feitos, pães, acompanhamentos , aromas, aperitivos, pratos principais, saladas, arroz e frutas são trazidos para preencher o destarkhan.
Não há nenhuma ordem especial, no qual o alimento é servido. Normalmente, em uma grande festa com a mesa preparada com todos os pratos principais colocados juntamente com as sobremesas e frutas. No entanto, na prática, as sobremesas e frutas são consumidas passado. Como a hospitalidade é valorizado entre os afegãos, os hóspedes recebem o lugar de honra na cabeça do quarto e receber o chá primeiro. A comida é geralmente partilhada comunitariamente, mas a organização pede atenção especial como os clientes devem ter acesso fácil para as especialidades.
O modo de servir Afgão Full View


O Afeganistão, ou Emirado Islâmico do Afeganistão, é um país do Geografia do Afeganistão sudoeste. Ele faz fronteira, ao norte, com o Tadjiquistão, o Turcomenistão e o Uzbequistão, ao extremo nordeste com a China, ao leste e ao sul com o Paquistão e ao oeste com o Irã. Sua capital, Cabul, se situa no nordeste do país, sobre o rio Cabul e numa altitude de cerca de 1.800 metros. Ela domina a passagem Khyber entre as montanhas, representando assim a principal via de acesso entre o Paquistão e o Afeganistão. Trata-se de uma cidade muito antiga que se desenvolveu sob influência das grandes civilizações do continente, principalmente budistas, mongóis, indianos, persas, gregos e árabes. Vários monumentos merecem ser visitados, como a Mesquita de Babûr entre os jardins, o Mausoléu do emir Abdur Rahman Khan, de estilo Mongol, a Mesquita Pul-e-Khishti, o Mausoléu de Timur Shah, ou ainda o Palácio de Daruslaman, antigo palácio real, construído na década de 1920. Não pode se deixar de conhecer o bairro de Murad Khane, no coração da velha Cabul, que abriga vários hammans, sítios para caravanas e residências mercantis do século XVII. A cidade está repleta de museus, como o Museu Nacional, um dos mais famosos museus da Ásia. Perto da capital, fica a bela cidade-oásis de Jalalabad, com seus jardins e seus vestígios arqueológicos budistas, infelizmente danificados pelos conflitos recentes. O vale de Bamiyan, inscrito no Patrimônio Mundial da UNESCO, vale igualmente a visita por seus monastérios e santuários budistas, assim como suas fortificações do período islâmico. A cidade de Mazar-i-Sharif merece atenção por sua grande mesquita azul, construída em 1481 e contendo o túmulo de Ali, o genro do profeta. Enfim, os apaixonados pela natureza poderão partir em descoberta dos 5 lagos de Band-i-Amir.

A cozinha afegã é uma rica mistura de diversas influências que fazem um sabor diferente e deliciosa dos seus próprios. Enquanto o lar de mais de 20 diferentes etnias, historicamente, o alimento afegão deve suas principais influências em três grandes grupos étnicos: os pashtuns, o tadjiques, e grupos de turcos, como os uzbeques e hazaras. Embora o alimentação pode variar entre as regiões, as semelhanças existem. Iogurte fresco, coentro, alho, cebola, cebolinha, tomate, batata e frutas são amplamente disponíveis em todas as partes do Afeganistão. Frutas frescas e secas, formam uma parte importante da dieta do Afeganistão, especialmente nas zonas rurais.
O Afeganistão produz frutos de qualidade excepcionalmente elevada (nomeadamente melões, melancias, uvas, romãs, pêssegos, maçãs, pêras, amoras, figos, dióspiros, alperces, ameixas, e não só) que têm sido, tradicionalmente, as exportações do país, são o principal alimento. Frutas de casca rija e sementes, como nozes, pistache, amêndoas, pinhões são muito populares e abundantes. Excepcional variedades de laranjas, conhecido localmente como "malta", são cultivadas no clima quente da província de Nangarhar. Quanto à carne, disponível, de preferência de carneiro ou frango, é amplamente consumida. A cozinha afegã acentua gostos bem equilibrados e o alimento deve ser temperado, mas muitos não-afegãos estão surpresos ao descobrir que não é nem quente nem picante.


FERIADOS E FESTIVIDADES
Os feriados afegãos são determinados pelo calendário lunar.
19 de agosto : Festa da Independência.
Afeganistão Full View

INGREDIENTES

2 cebolas picadas
4 dentes de alho
suco de limão
1 kg de costelinha de porco
1 kg de mandioca em cubos pré cozidas
1/2 litro de caldo de carne
salsinha
sal e pimenta à gosto
3 colheres das de sopa de óleo de soja


MODO DE PREPARO

Tempere a costelinha com suco de limão, sal, pimenta e alho.Deixe 20 minutos no tempero e em seguida frite-as em óleo quente.Reserve.Na mesma panela, faça o refogado da cebola com o alho, junte as costelinhas, acrescente molho de carne, a mandioca, deixe cozinhar até ficarem macias, junte a salsinha e sirva com arroz.
Costelinha de porco com mandioca Full View

INGREDIENTES

1 xícara das de chá de manteiga
1 e 1/2 xícara das de chá de açúcar
4 ovos
150 g de chocolate meio amargo picado
1 xícara das de chá de farinha de trigo
2 colheres das de café de bicarbonato
1 xícara das de chá de nozes ou castanha-do-pará picada
Manteiga e chocolate em pó para untar.

Cobertura:
300 g de chocolate meio amargo picado
1/2 xícara das de chá de água quente


MODO DE PREPARO

Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar. Junte os ovos um a um e misture bem. Derreta o chocolate em banho maria e acrescente à mistura, junte a farinha de trigo, o bicarbonato e as nozes. Coloque em uma forma de 18 cm x 22 cm untada com a manteiga e polvilhe com o chocolate. Leve no forno preaquecido médio por 30 minutos.

Cobertura:
Pique o chocolate meio amargo e derreta no fogo em banho maria. Quando estiver completamente derretido, junte a água quente e misture bem. Cubra o brownie. Sirva quente ou frio.
Brownie de chocolate Full View

INGREDIENTES

Creme
3 claras
1/2 xícara das de chá de açúcar
1 lata de creme de leite
2 xícaras das de chá de coco em flocos seco

Massa
1/2 xícara das de chá de manteiga
1 xícara e meia das de chá de açúcar
6 ovos
1/2 xícara das de chá de leite
1 xícara e meia das de chá de farinha de trigo
1 xícara das de chá de chocolate em pó (do padre)
1/2 colher das de sopa de fermento químico em pó
manteiga para untar
farinha de trigo para polvilhar

Cobertura
1 lata de creme de leite
200 g de chocolate meio amargo picado

Montagem
1/2 xícara das de chá de leite
2 colheres das de sopa de leite de coco
coco ralado para decorar
raspas de chocolate para decorar


MODO DE PREPARO

Creme:
Em uma panela, misture as claras com o açúcar e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, para aquecer (cerca de 3 minutos), sem deixar ferver. Retire do fogo e transfira ainda quente para uma batedeira, batendo até que a tigela da batedeira esfrie e forme um merengue. Junte o Creme de Leite, o coco e misture delicadamente. Cubra com filme plástico e leve à geladeira até o momento de rechear o bolo.

Massa:
Em uma batedeira, coloque a manteiga e o açúcar e bata até formar uma mistura esbranquiçada. Junte as gemas, uma a uma, sem parar de bater até obter um creme homogêneo. Adicione a farinha de trigo e o Chocolate em Pó, aos poucos, intercalando com o leite e misture. Por último, junte o fermento e as claras batidas em neve, misturando delicadamente. Despeje em uma forma redonda (28 cm de diâmetro), untada com margarina ou manteiga e polvilhada com farinha de trigo e leve para assar em forno médio (180°C), pré-aquecido, por cerca de 30 minutos. Desenforme o bolo ainda quente e reserve.

Cobertura:
Em um recipiente, junte o creme de leite e o chocolate meio amargo e leve ao fogo, em banho-maria, mexendo sempre até formar um creme liso e homogêneo. Retire do fogo e reserve.

Montagem:
Corte o bolo já frio em três partes, no sentido horizontal. Forre uma forma redonda (28 cm de diâmetro) com filme plástico, coloque uma das partes do bolo e umedeça com o leite misturado com o leite de coco. Espalhe metade do creme de coco, cubra com outra parte de bolo e volte a umedecer. Coloque o restante do creme e termine com a última camada de bolo. Cubra com filme plástico e leve para gelar por cerca de 3 horas. Desenforme o bolo sobre um prato de servir, espalhe a cobertura, decore com fitas de coco fresco e sirva a seguir.
Bolo prestígio Full View

INGREDIENTES

2 xícaras das de chá de arroz lavado
4 xícaras das de chá de água
2 colheres das de sopa de óleo
1 colher das de sopa de cebola
1 envelope de caldo de legumes
sal à gosto
1/2 xícara das de chá de azeite
2 dentes de alho amassado
1 lata de seleta de legumes
1/2 xícara das de chá de azeitonas verdes sem caroço
200 g de peito de peru defumado
1 xícara das de chá de salsinha picada
Temperos a gosto
Queijo ralado para polvilhar
Acompanhamento: Salada de folhas


MODO DE PREPARO

Em uma panela aqueça o óleo e refogue a cebola. Junte o arroz, o caldo de legumes, o sal e a água. Cozinhe até secar o arroz. Reserve. Em uma frigideira grande, coloque o azeite e refogue o alho. Junte a seleta de legumes, azeitonas, peito de peru cortado em cubos e temperos a gosto (orégano e pimenta). Cozinhe em fogo baixo até murchar levemente. Agregue o arroz reservado e cozinhe por mais alguns minutos. Desligue e acrescente a salsinha. Coloque em um refratário e polvilhe com queijo ralado.
Dica: se desejar, substitua o azeite por manteiga.
Arroz colorido com peito de peru defumado Full View

INGREDIENTES

1 xícara das de chá de óleo
Alho picado a gosto
4 tomates médios
2 cebolas médias picadas
1/2 colher das de chá de pimenta-do-reino branca
1 colher das de sopa de massa de tomate
sal à gosto
2 kg de ossobuco
1 kg de batata
Pimentas de bico a gosto


MODO DE PREPARO

Na panela de pressão, refogue no óleo o alho, o tomate, a cebola, a pimenta-do-reino, a massa de tomate e sal. Coloque as peças de ossobuco, uma a uma, na panela e tampe. Deixe cozinhar em fogo baixo. Assim que começar a ferver, marque 20 minutos e desligue. Não é preciso adicionar água, a carne cozinha em seu próprio caldo. Cozinhe a batata e amasse com sal. Coloque (a batata cozida) no liquidificador e bata bem. Sirva a carne com o purê, o molho e as pimentas de bico.
Ossobuco com purê de batatas Full View

INGREDIENTES

250 g de presunto
1 lata de creme de leite
3 colheres das de sopa de suco de limão
2 colheres das de sopa de manteiga
1 colher das de chá de tempero em pó tipo fondor
15 minicroissants


MODO DE PREPARO

Deixe a manteiga fora da geladeira para amolecer. Enquanto isso, corte o presunto em pedacinhos. Coloque-o numa tigela e junte aos poucos o creme de leite, o suco de limão e a manteiga. Misture tudo e tempere com tempero em pó tipo fondor. Corte os pães ao meio e recheie com o patê. Sirva imediatamente
Sanduíche cowboy Full View

INGREDIENTES

1 maminha de 1 kg a 2 kg
4 dentes de alho amassados
sal e pimenta
1 xícara das de chá de suco de laranja
220 g de mostarda
acompanhamento: batatas à dorê, purê de mandioquinha
Purê de mandioquinha
1 kg de mandioquinha cozida e amassada
2 colheres das de sopa de margarina
aproximadamente 1/2 litro de leite
1/2 xícara das de chá de mel


MODO DE PREPARO

Coloque a maminha em uma assadeira forrada com papel alumínio. Tempere com o alho amassado, pimenta, sal e suco de laranja misturados previamente. Deixe no tempero por uma hora para pegar gosto. Espalhe a mostarda sobre a carne e cubra com papel alumínio. Leve ao forno pré-aquecido em 180ºC por aproximadamente uma hora a uma hora e meia. A seguir, retire o papel alumínio e deixe dourar.

Purê de mandioquinha
Em uma panela coloque a mandioquinha cozida e espremida, o leite (reserve um pouco), a manteiga e o mel. Mexa adicionando o leite reservado aos poucos. Cozinhe até engrossar.
Maminha na mostarda Full View

INGREDIENTES

3 colheres das de sopa de margarina
2 xícaras das de chá de arroz lavado e escorrido
3 cubos de galinha, alho, cebola e salsinha
1 e 1/2 xícaras das de chá de água fervente
3 colheres das de sopa de castanha-de-caju picada
2 xícaras das de chá de vinho espumante seco
1/2 xícara das de chá de salsinha picada
Queijo parmesão ralado a gosto


MODO DE PREPARO

Em uma panela, aqueça a margarina em fogo médio. Junte o arroz e refogue por 2 minutos. Dissolva os cubos de caldo de galinha, alho, cebola e salsinha na água fervente e junte ao arroz. Acrescente o vinho, misture e cozinhe com a panela parcialmente tampada por 10 minutos ou até secar o líquido. Tampe a panela, retire do fogo, e reserve por 5 minutos. Adicione a castanha de caju e a salsinha. Passe para uma travessa, polvilhe o queijo e sirva em seguida. Se preferir que fique mais cremoso, acrescente uma colher das de sopa de margarina ao arroz, depois de pronto.

Dicas:
- Se desejar um sabor diferente junte ervas picadas como manjericão fresco, tomilho ou alecrim no final do cozimento. Tampe a panela e reserve por 5 minutos antes de servir.
- Para acentuar o sabor do vinho, adicione logo após a refoga e espere secar. Junte o caldo e cozinhe até secar todo o liquido.
Arroz aromático Full View

INGREDIENTES

1 lata de atum em conserva de água e sal
1 caixinha de creme de leite
1 colher das de sopa de suco de limão
2 colheres das de sopa de salsa picada
1 cenoura pequena ralada
1 colher das de chá de tempero em pó tipo fondor
12 fatias de pão de fôrma
1 e 1/2 xícara das de chá de queijo prato ralado


MODO DE PREPARO

Misture bem o atum, o creme de leite, o suco de limão, a salsinha, a cenoura e o tempero em pó tipo fondor Espalhe o recheio na fatias de pão, polvilhe o queijo prato e feche o sanduíche. Sirva a seguir.
Sanduíche atum cream Full View

INGREDIENTES

Carpaccio:
1 kg de lagarto limpo

Molho:
1 xícara das de chá de azeite
1/2 xícara das de chá de salsa bem picada
6 colheres das de sopa de suco de limão
3 colheres das de sopa de cebola ralada
1 e 1/2 colher das de sopa de alcaparras picadas
sal e queijo parmesão em lascas a gosto


MODO DE PREPARO:

Carpaccio:
Embrulhe a carne em filme plástico. Deixe no congelador até que esteja congelada, mas não muito dura. Retire e corte em fatias finíssimas em uma máquina de cortar frios. Separe as fatias utilizando pedaços de filme plástico. Leve ao congelador e deixe até o momento de servir.

Molho:
Misture bem todos os ingredientes, exceto o queijo. Cerca de 20 minutos antes de servir, distribua as fatias de carne nos pratos. Regue com molho e polvilhe com o queijo.

Dica: O carpaccio também pode ser comprado já cortado, em casas de carne especializadas
Carpaccio Full View

INGREDIENTES

400 ml de leite de coco
2 xícaras das de chá de água
250 g de arroz tailandês
1/2 xícara das de chá de açúcar
1 pitada de sal
1/2 colher das de sopa de maisena (amido de milho)
1 mamão papaia cortado em fatias


MODO DE PREPARO

Numa panela, junte metade do leite de coco, a água e leve ao fogo alto até ferver. Reduza o fogo para o mínimo e junte o arroz, metade do açúcar e o sal. Tampe a panela e cozinhe por 20 minutos ou até o arroz ficar macio. Em outra panela junte o leite de coco e o açúcar restantes, a maisena e o açúcar restante e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar ligeiramente. Reserve. Em pratos individuais, distribua o arroz-doce e sirva com o molho de leite à parte e as fatias de mamão.
Arroz doce com frutas Full View

INGREDIENTES

200 g mussarela ralada
2 colheres das de sopa de queijo tipo parmesão ralado
200 g ricota fresca amassada
1 colher das de chá de orégano fresco picado
1 xícara das de chá de maionese
150 g lombo canadense apimentado cortado em fatias finas
8 fatias pão de forma multicereais


MODO DE PREPARO

Preaqueça o forno em temperatura média (180º C). Em uma tigela, coloque a mussarela, o queijo parmesão, a ricota e o orégano. Acrescente a maionese e misture até formar uma pasta. Espalhe a pasta sobre 4 fatias de pão. Distribua as fatias de lombo apimentado sobre a pasta e monte o sanduíche cobrindo com as outras fatias de pão. Coloque em uma assadeira retangular média (33 x 23 cm) e leve ao forno por 5 minutos para aquecer. Sirva em seguida.

Dicas:
- O lombo canadense apimentado é muito utilizado em tábuas de frios, sanduíches e canapés. É muito utilizado também em saladas de batatas, quando é cortado em cubos pequenos e acrescido de salsinha picada. Combina bem também com geléia de frutas, purê de maçã e pêssego em calda.
- Experimente utilizar outros tipos de pães integrais como pão com sementes de linhaça, pão com aveia ou pão de centeio.
- Se preferir sirva frio e adicione à pasta de queijo sementes de endro ou de erva-doce.
Lanche aos 3 queijos com lombo apimentado Full View





Ingredientes

5 xícaras de farinha de milho
4 xícaras de água, aproximadamente
700 g de feijão enlatado
3 xícaras de queijo branco macio
Óleo vegetal ou de oliva






Use uma tigela grande e gradualmente mexa água com a farinha de milho até formar uma bola de massa que possa ser manuseada.




Pegue outra tigela e despeje o feijão. Coloque o queijo ralado numa tigela separada.


Divida a massa em cerca de 25 pedaços. Role cada um desses em bolas e achate-as entre as mãos pra deixar com cerca de 1,2 cm de espessura. Certifique-se de esfregar óleo nas mãos para evitar que a massa grude. Coloque uma colher de feijão e um punhado de queijo no centro de cada pupusa. Traga pra cima para fechá-las. Achate novamente com o recheio dentro.


Aqueça uma frigideira grande. Unte com óleo e frite as pupusas por 4 ou 5 minutos de cada lado ou até dourar levemente. A parte externa deve ficar firme.


Pronto.


Dicas

Sirva com vinagrete.
Tenha guardanapos á mão!
Beba algo gostoso e gelado junto.
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